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Agro

Polícia Militar Ambiental apreende 31.5 kg de pescado ilegal, incluindo Tucunarés e Traíra

A Polícia Militar Ambiental apreendeu 31.5 kg de pescado ilegal em Alta Floresta D’Oeste, incluindo Tucunarés e Traíra, durante patrulhamento no rio Figueira.

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No dia 11 de maio de 2024, uma guarnição da Polícia Militar Ambiental, durante patrulhamento na região do rio Figueira, próximo à Usina Hidrelétrica em Alta Floresta D’Oeste, interceptou um grupo de indivíduos com uma quantidade ilegal de pescado. No total, 31.5 kg de peixes, incluindo 46 Tucunarés e um Traíra, foram encontrados dentro de uma caixa térmica em um veículo. A quantidade pescada excedia o limite legal conforme estabelecido pelo artigo 4 da lei 2508/2011, que é de apenas um peixe por pescador.

Além do pescado, foram apreendidos uma tarrafa, petrecho não permitido pela legislação, e nove varas de bambu. Os envolvidos não possuíam Licença Ambiental para Pesca, violando também o art. 35, inciso II do Decreto Federal 6514/08, que regula as penalidades para pesca acima do limite permitido utilizando petrechos proibidos.

As ações tomadas pela guarnição culminaram na apreensão do pescado e dos equipamentos de pesca, além da detenção dos indivíduos, que foram conduzidos para a delegacia local para as providências legais subsequentes.

BPA – Polícia Militar do Estado de Rondônia
Últimas notícias de Ji-Paraná, Rondônia

Da Redação
Folha de Ji-Paraná
Foto: Reprodução/Internet

Agro

Preço do Boi Gordo em Rondônia Inicia Semana Negociado a R$ 190,00

A arroba do boi gordo registra queda, atingindo R$ 222,05 na segunda-feira (27) em São Paulo.

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Preço do Boi Gordo Inicia Semana em Queda Nesta Segunda-feira em Rondônia

Na segunda-feira (27) de maio, o preço da arroba do boi gordo prossegue sua trajetória de queda, refletindo a tendência observada ao longo do mês. Em Rondônia, o valor do produto sofreu uma diminuição de 0,2%, chegando a ser negociado a R$ 190,00 o Preço Bruto.

Enquanto isso, o custo do quilo do frango congelado permanece inalterado, mantendo-se em R$ 7,02. Similarmente, o preço do frango resfriado também permanece estável, com o quilo do produto cotado a R$ 7,29. Ambos os valores são referentes às regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado.

Por outro lado, o preço da carcaça suína apresentou um aumento de 0,4% nos atacados da Grande São Paulo, alcançando o valor de R$ 10,13 por quilo. No entanto, o suíno vivo registrou uma queda de 1,95% no valor. Em Minas Gerais, o quilo da proteína animal é comercializado à vista por R$ 7,05, enquanto no Paraná e no Rio Grande do Sul, os valores são de R$ 6,50 e R$ 6,30, respectivamente.

Essas informações são fornecidas pelo Cepea, destacando a dinâmica do mercado de carnes no Brasil.

Da Redação
Folha de Ji-Paraná
Foto: CRV

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Agro

6º Fórum Rondoniense Discute os Desafios e Perspectivas na Pecuária de Rondônia

Debate sobre Rastreabilidade Bovina no 6º Fórum Rondoniense para Manutenção da Zona Livre de Febre Aftosa.

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6º Fórum Rondoniense Discute os Desafios e Perspectivas na Pecuária de Rondônia

Na 11ª Rondônia Rural Show Internacional, que ocorre de 20 a 25 de maio em Ji-Paraná, a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), está presente para discutir um assunto crucial: a rastreabilidade bovina. O presidente da Comissão, Francisco Olavo Pugliesi de Castro, liderará os debates sobre o tema no 6º Fórum Rondoniense para Manutenção da Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, agendado para o dia 23 de maio durante o evento.

Para Castro, Rondônia, reconhecida como um estado destacado na pecuária nacional e pela retirada bem-sucedida da vacina contra febre aftosa, está prestes a se tornar referência em rastreabilidade bovina. Ele destaca que, embora o estado aguarde orientações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), possui a infraestrutura necessária para iniciar esse processo.

O governador Marcos Rocha ressalta a importância do rastreamento na pecuária, enfatizando sua essencialidade para transparência e responsabilidade na produção pecuária. Destaca-se que Rondônia é uma zona livre de febre aftosa sem vacinação, e o governo estadual está empenhado em manter o rebanho saudável.

Os primeiros passos para a adoção da rastreabilidade na pecuária de Rondônia já foram dados, conforme a Portaria nº 1.113 do Mapa, que estabelece um grupo de trabalho para elaborar um plano estratégico nacional. Para Castro, é crucial que os pecuaristas participem ativamente desse processo e percebam os benefícios. Ele destaca que a mudança cultural é desafiadora, mas viável com planejamento e engajamento.

A rastreabilidade bovina, preconizada pelo Mapa e exigida pelo mercado, visa monitorar o animal desde o nascimento até o abate, garantindo sua procedência e condições sanitárias, sociais e ambientais. Essa iniciativa, embora não deva ser compulsória, busca atender às demandas do consumidor por transparência e segurança alimentar.

Para mais informações sobre a Rondônia Rural Show  e programação completa sobre o evento, acesse nossa sessão Rondônia Rural Show.
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Da Redação
Folha de Ji-Paraná
Foto: Internet/Reprodução
Secom – Governo de Rondônia

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Agro

Invasores desmatam área maior que 1,100 campos de futebol em Terra Indígena de Rondônia

Operação conjunta remove invasores e destrói estruturas ilegais na Terra Indígena Igarapé Lage em Rondônia, onde desmatamento e extração de madeira ilegal ocorriam.

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Operação Retomada Remove Invasores e Destrói Estruturas Ilegais na Terra Indígena Igarapé Lage

Uma operação conjunta de dois dias, realizada na quinta-feira (16) e sexta-feira (17), conseguiu retirar invasores e destruir estruturas ilegais na Terra Indígena Igarapé Lage, localizada entre Nova Mamoré e Guajará-Mirim, Rondônia, na fronteira com a Bolívia. A ação contou com a participação da Polícia Federal, Exército Brasileiro, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os invasores haviam desmatado uma área equivalente a 1,1 mil campos de futebol, totalizando aproximadamente 840 hectares, para a extração ilegal de madeira. Para facilitar o acesso à área invadida e escoar a madeira, foi construído um corredor de 20 km dentro da Terra Indígena. Além disso, pontes foram erguidas, incluindo uma de mais de 100 metros de extensão, que já havia sido destruída pela polícia em março de 2024, mas foi reconstruída pelos invasores.

Estruturas Ilegais e Apreensão de Madeira

Durante a Operação Retomada, as forças de segurança encontraram diversos pontos de extração ilegal de madeira e construções habitacionais feitas pelos invasores. Todas as estruturas ilegais foram destruídas e a madeira ilegal foi apreendida.

A criação do corredor e das pontes dentro da Terra Indígena não apenas facilitava o desmatamento, mas também demonstrava a organização e determinação dos invasores em explorar os recursos naturais de forma ilegal. A operação foi fundamental para reestabelecer a proteção da área e impedir a continuidade das atividades ilícitas.

Compromisso com a Preservação Ambiental

A ação coordenada das autoridades ressalta o compromisso do governo e das instituições envolvidas em proteger as terras indígenas e combater o desmatamento e a exploração ilegal de recursos naturais. A Terra Indígena Igarapé Lage é um exemplo da necessidade de vigilância constante e ações firmes para preservar o meio ambiente e os direitos das comunidades indígenas.

As operações de fiscalização e repressão continuam sendo essenciais para garantir a integridade das áreas protegidas e a segurança das populações indígenas, bem como para impedir a destruição dos recursos naturais vitais para o equilíbrio ecológico da região.

BPA – Polícia Militar do Estado de Rondônia
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Da Redação
Folha de Ji-Paraná
Foto: Reprodução/Internet

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